Presidente do Conselho Europeu relembra e critica o parágrafo que Lucília Gago acrescentou ao comunicado da Operação Influencer e que levou à sua demissão do cargo de primeiro-ministro. António Costa exige ao atual Procurador-geral que revele a "efetiva razão" que levou os procuradores do caso a demorarem dois anos a detetar uma escuta que envolve o ex-governante.
dupla de advogados que representa António Costa fez um comunicado de sete pontos para responder aos oito do "esclarecimento" da Procuradoria-geral da República a uma notícia do Diário de Notícias, que dava conta do facto de o DCIAP só agora ter levado ao Supremo Tribunal de Justiça um conjunto de escutas em que o ex-primeiro-ministro foi incidentalmente apanhado quando falava com alvos do Ministério Público como João Galamba ou Lacerda Machado.






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